sábado, 20 de dezembro de 2008

EMPEMM CONTRA DENGUE

PROJETO AMBIENTAL DE CONTROLE E PREVENÇÃO A DENGUE



Professores: Claudinei José Ataíde & Magda Zanon C. Goulart


Belo Horizonte, 08 de Abril de 2008


INTRODUÇÃO



Até meados do século XIX, a humanidade manteve relativa harmonia com o meio ambiente. Com advento da Era Industrial e das grandes aglomerações urbanas, houve uma quebra nessa harmonia, provocando uma crescente queda de qualidade no nível de vida dos habitantes destes ambientes devido ao desmatamento, poluição atmosférica, poluição dos rios, dentre outros.

Devido à ação antrópica, muitas doenças até então restritas a vida silvestre, passaram a estar mais presentes no cotidiano urbano, como a Febre Amarela, Dengue, etc.

A dengue é uma doença grave, que pode atingir qualquer pessoa. Mas, com cuidados simples, podemos evitá-la e preservar a saúde de nossa família e comunidade.

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JUSTIFICATIVA

Tendo em vista o período do ano em que vivemos, calor e aumento do índice pluviométrico, associado ao descuido ambiental e as precárias condições de habitação, especialmente nesta comunidade, além do surto da doença existente e este ser mais prevalente na região nordeste da capital, onde mora nossos alunos; percebemos a necessidade de desenvolver um projeto de trabalho para adequada conscientização desta comunidade, já que a Dengue é uma doença de caráter tipicamente educacional e que irá nos ameaçar todos os anos seguintes, se não houver mudança comportamental de todos.

Assim, esperamos proporcionar à comunidade escolar, um olhar diferenciado ao ambiente em que vive. Reciclar e organizar o lixo nos locais adequados, levantamento e eliminação dos criadouros dos mosquitos, contribuindo ao controle da doença.

OBJETIVO GERAL

Promover a conscientização dos alunos e de suas famílias sobre os perigos da dengue, mostrando-lhes a importância das ações individuais e coletivas da comunidade, desenvolvendo hábitos que evitem a proliferação do mosquito transmissor e fazer com que entendam a gravidade da situação, caso não seja feito um controle desse vetor.

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OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Conhecer algumas atitudes de prevenção à doença;
• Despertar nos alunos o censo crítico;
• Incentivar a comunidade local a receber os agentes de saúde que costumam fazer visitas de procura e eliminação a focos do mosquito Aedes;
• Perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles;
• Modificar atitudes e práticas pessoais, permitindo que as comunidades cuidem de seu próprio ambiente;
• Compreender a saúde como bem individual e comum que deve ser promovido pela ação coletiva;
• Buscar e coletar informações por meio de observação direta e indireta, entrevistas, visitas, leituras de imagens e mapas e textos selecionados;
• Elaborar mapa epidemiológico do bairro, através das informações coletadas em campo.



ESTRATÉGIAS E AÇÕES

• Conversa informal sobre o assunto;
• Uso de textos e folhetos educativos;
• Confecção de murais e desenhos;
• Visitas orientadas de observação ao meio ambiente;
• Ida a campo para levantamento dos P.E’s (Pontos Estratégicos) da região;
• Vistoria dos quintais e coletas de larvas para identificação;
• Pesquisas em jornais e revistas;
• Concurso de criação de folhetos de combate a Dengue;
• Estimular mutirão de limpeza nos quintais dos alunos e vizinhos;
• Aplicar questionário na comunidade e
• Formar multiplicadores no combate ao mosquito.

TEMPO DE EXECUÇÃO

O desenvolvimento do projeto será em todo mês de Abril e espera-se que
após esse período, continue a ser desenvolvidas ações efetivas incorporadas a prática pedagógica da escola.


AVALIAÇÃO

Se fará de forma continua e processual, além das apresentações dos trabalhos, maquetes e pesquisas.
Debate indicando o grau de entendimento, interesse e satisfação dos alunos; além da formação de multiplicadores no combate ao mosquito transmissor da dengue.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

AS AMÉRICAS





















O Continente Americano se divide em 2 grandes blocos: América do Norte e América do Sul ambas ligadas por uma pequena porção de terras chamada de América Central.

América do Norte

A América do Norte é a porção setentrional do continente americano. Geralmente considera-se que a América do Norte é apenas a parte mais setentrional da América, separada da América Central na fronteira entre o México e o Guatemala. Outras classificações reconhecem apenas uma América do Norte e uma América do Sul, traçando o limite no Istmo do Panamá (umas vezes no Canal do Panamá, outras na fronteira entre o Panamá e a Colômbia. A América do Norte assim definida inclui quer a América Central, quer as Caraíbas.
De facto, a América do Norte está assente na sua própria placa tectónica - a Placa Norte-americana (que abrange também parte da Ásia oriental) -, enquanto que a América Central, a sul da Península de Iucatã, está assente na Placa Caribeana.
O subcontinente é limitado a norte pelo Oceano Glacial Ártico, a leste pelo Oceano Atlântico, a sul pela América Central (ou pela América do Sul, conforme a definição que se considere), pelo Golfo do México e Mar das Caraíbas e a oeste pelo oceano Pacífico. Inclui ainda, além da porção continental, a Gronelândia (a maior ilha do mundo), a Terra Nova, o Arquipélago Ártico Canadiano, as Aleútes, a ilha de Vancouver, as Ilhas da Rainha Carlota e uma miríade de outras ilhas, espalhadas pelos mares que o rodeiam.
Pode-se, assim, dizer que a América do Norte é composta pelos seguintes territórios:


Países independentes
Canadá
Estados Unidos da América
México
Dependências
Bermudas (colónia do Reino Unido)
Groenlândia (região autónoma dinamarquesa)
Saint Pierre et Miquelon (território ultramarino francês)

América do Sul
A América do Sul é um subcontinente que compreende a porção meridional da América. Sua extensão é de 17.819.100 km², abrangendo 12% da superfície terrestre, porém só tem 6% da população mundial. Une-se à América Central, ao norte, pelo istmo/canal do Panamá. Tem uma extensão de 7.400 km desde o mar do Caribe até o cabo Horn, ponto extremo sul do continente. Os outros pontos extremos da América do Sul são: ao norte a Punta Gallinas, na Colômbia, ao leste a Ponta do Seixas, no Brasil, e a oeste a Punta Pariñas, no Peru. Seus limites naturais são: ao norte com o mar do Caribe; a leste, nordeste e sudeste com o oceano Atlântico; e a oeste com o oceano Pacífico.
Originalmente foi povoado por ameríndios e alguns povos de culturas sofisticadas, principalmente os incas. A maior parte da América do Sul foi colonizada pela Espanha e Portugal. A reivindicação espanhola se baseava nas descobertas de Cristóvão Colombo; em sua terceira viagem (1498) ele navegou ao longo da costa venezuelana e aportou em Trinidad. Em 1500, o explorador português Pedro Álvares Cabral desembarcou no atual estado da Bahia e se apossou desse território em nome de Portugal. O Brasil português e o vice-reinado espanhol do Peru constituíam as duas principais jurisdições administrativas da América do Sul nos séculos XVI e XVII. No século XVIII subdividiu o Peru, acrescentando dois vice-reinados, Nova Granada (1717) e Rio da Prata (1776). No século XVII, Inglaterra, França e Holanda também estabeleceram colônias na costa nordeste do continente. O povoamento inicial foi pelo litoral, e até hoje os centros urbanos estão concentrados próximo à costa e não no interior do continente.
Em 1816 e 1825, a maior parte da América do Sul espanhola se tornou independente, sob a liderança de Simón Bolívar e José de San Martín, e conseqüentemente dividiu-se em países: Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Chile, Argentina, Paraguai e Uruguai. O Brasil se tornou independente de Portugal em 1822. A Guiana Inglesa se tornou Guiana independente em 1966, Suriname, colônia holandesa, teve sua independência em 1975, mas a Guiana Francesa ainda continua sob domínio francês. O continente permaneceu politicamente independente na maior parte do século XIX, principalmente graças à doutrina Monroe, que evitou a expansão européia. Ao mesmo tempo, recebeu cerca de 15 imigrantes provenientes da Europa, e sofreu influências culturais e ideológicas tanto dos Estados Unidos quanto da Europa. Investimentos econômicos consideráveis foram feitos, principalmente pelo Reino Unido, na produção primária, como mineração e carne, levando esses mercados à dependência. O continente é predominantemente católico romano; No século XIX e princípio do século XX a Igreja ocupou posição política e social importante e exerceu força conservadora. Recentemente, suas posições foram contestadas por padres do movimento da Teologia da Libertação, que visavam o engajamento político da Igreja em prol dos pobres e destituídos. A rápida urbanização superou a oferta de emprego e moradia. Como esforço para estimular o comércio e produção, formaram-se grupos econômicos como o Mercado Comum Centro-Americano, Associação Latino-Americana para o Livre Comércio (1960), e a Associação para Integração Latino-Americana (1981). Projetos de desenvolvimento superdimensionados e a elevação dos preços do petróleo na década de 1970 sobrecarregaram muitos países sul-americanos com dívidas que suas economias altamente dependentes dos mercados financeiros mundiais não tiveram condições de honrar. Desde 1º de janeiro de 1995 vigora o Mercosul (Mercado Comum do Sul), que pretende extinguir gradativamente a fronteira econômica entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
A América do Sul possui vastos recursos naturais e graves problemas econômicos e sociais. Nas décadas de 1960 e 1970, a maior parte dos países sul-americanos estava submetida a ditaduras militares, geralmente apoiadas pelos Estados Unidos da América. Turbulências políticas continuam, a despeito da democratização iniciada na década de 1980. Em razão do alto endividamento externo e interno, vários países sul-americanos aplicam as políticas do Fundo Monetário Internacional (FMI), que comprimem as contas públicas mas não eliminam as crises.
Nos últimos anos, essa parte do continente vive uma chamada "onda de esquerda". Em vários países, presidentes considerados de esquerda são eleitos, em contraste com a situação vivida em décadas recentes. Essa onda começou com Hugo Chávez, que ganhou as eleições na Venezuela em 1998. Depois, foi a vez de Luís Inácio Lula da Silva, no Brasil (2002), Néstor Kirchner, na Argentina (2003), Tabaré Vázquez, no Uruguai (2004), Evo Morales, na Bolívia (2005), e Michelle Bachelet, no Chile (2006).
Com 17,8 milhões de quilômetros quadrados, a América do Sul une-se à América do Norte pelo istmo da América Central e separa-se da Antártica pelo estreito de Drake. A porção oeste é ocupada pela cordilheira dos Andes, cujo ponto mais alto é o monte Aconcágua, com 6.960 metros. As planícies centrais abrigam a bacia hidrográfica do Orinoco, a Amazônica e a do Prata. Na região norte, onde o clima é equatorial, encontram-se florestas tropicais úmidas. Os rios que descem a cordilheira dos Andes em direção ao oceano Pacífico são, em geral, curtos, enquanto os que correm em direção ao Atlântico, extensos, como o Amazonas, Tocantins, São Francisco, Paraná e da Prata.
Nas áreas mais secas do centro localiza-se o cerrado. O sul possui faixas áridas, como o deserto do Atacama, e uma zona temperada, ocupada por florestas tropicais e pelos pampas argentinos. De acordo com o World Resources Institute, a América do Sul preserva quase 70% de suas florestas. A maior mata nativa é a da Amazônia, seguida das florestas temperadas do Chile e da Argentina.
A América do Sul tem 380 milhões de habitantes. Vazios demográficos (como as florestas tropicais, o deserto de Atacama e as porções geladas da Patagônia) convivem com regiões de alta densidade populacional, como os centros urbanos de São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Lima e Santiago. A população é formada principalmente por descendentes de europeus (em especial espanhóis e portugueses), africanos e indígenas. Há alta porcentagem de mestiços. As principais línguas são o espanhol e o português.
A indústria está concentrada no beneficiamento de produtos agrícolas e na produção de bens de consumo. No Brasil e na Argentina encontra-se mais diversificada, abrangendo setores como extração e refino de petróleo, siderurgia, metalurgia, química e automobilística, entre outras. O Brasil é responsável por cerca de três quintos da produção industrial sul-americana. A mineração inclui a extração de petróleo (com destaque para a Venezuela), cobre, estanho, manganês, ferro, zinco, chumbo, alumínio, prata e ouro. A agricultura é intensiva nas áreas tropicais, onde há culturas voltadas para a exportação (café, cacau, banana, cana-de-açúcar, algodão e cereais). A pecuária é praticada em larga escala no sul e no centro.

fonte do Globo : http://www.guiageo-americas.com/mapas/globo-americas.htm
Fonte do texto:http://pt.wikipedia.org/wiki/América_do_Norte

Cordilheira dos Andes


A América do Sul é um subcontinente que compreende a porção meridional da América. Sua extensão é de 17.819.100 km², abrangendo 12% da superfície terrestre, porém só tem 6% da população mundial. Une-se à América Central, ao norte, pelo istmo/canal do Panamá. Tem uma extensão de 7.400 km desde o mar do Caribe até o cabo Horn, ponto extremo sul do continente. Os outros pontos extremos da América do Sul são: ao norte a Punta Gallinas, na Colômbia, ao leste a Ponta do Seixas, no Brasil, e a oeste a Punta Pariñas, no Peru. Seus limites naturais são: ao norte com o mar do Caribe; a leste, nordeste e sudeste com o oceano Atlântico; e a oeste com o oceano Pacífico.
Originalmente foi povoado por ameríndios e alguns povos de culturas sofisticadas, principalmente os incas. A maior parte da América do Sul foi colonizada pela Espanha e Portugal. A reivindicação espanhola se baseava nas descobertas de Cristóvão Colombo; em sua terceira viagem (1498) ele navegou ao longo da costa venezuelana e aportou em Trinidad. Em 1500, o explorador português Pedro Álvares Cabral desembarcou no atual estado da Bahia e se apossou desse território em nome de Portugal. O Brasil português e o vice-reinado espanhol do Peru constituíam as duas principais jurisdições administrativas da América do Sul nos séculos XVI e XVII. No século XVIII subdividiu o Peru, acrescentando dois vice-reinados, Nova Granada (1717) e Rio da Prata (1776). No século XVII, Inglaterra, França e Holanda também estabeleceram colônias na costa nordeste do continente. O povoamento inicial foi pelo litoral, e até hoje os centros urbanos estão concentrados próximo à costa e não no interior do continente.
Em 1816 e 1825, a maior parte da América do Sul espanhola se tornou independente, sob a liderança de Simón Bolívar e José de San Martín, e conseqüentemente dividiu-se em países: Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Chile, Argentina, Paraguai e Uruguai. O Brasil se tornou independente de Portugal em 1822. A Guiana Inglesa se tornou Guiana independente em 1966, Suriname, colônia holandesa, teve sua independência em 1975, mas a Guiana Francesa ainda continua sob domínio francês. O continente permaneceu politicamente independente na maior parte do século XIX, principalmente graças à doutrina Monroe, que evitou a expansão européia. Ao mesmo tempo, recebeu cerca de 15 imigrantes provenientes da Europa, e sofreu influências culturais e ideológicas tanto dos Estados Unidos quanto da Europa. Investimentos econômicos consideráveis foram feitos, principalmente pelo Reino Unido, na produção primária, como mineração e carne, levando esses mercados à dependência. O continente é predominantemente católico romano; No século XIX e princípio do século XX a Igreja ocupou posição política e social importante e exerceu força conservadora. Recentemente, suas posições foram contestadas por padres do movimento da Teologia da Libertação, que visavam o engajamento político da Igreja em prol dos pobres e destituídos. A rápida urbanização superou a oferta de emprego e moradia. Como esforço para estimular o comércio e produção, formaram-se grupos econômicos como o Mercado Comum Centro-Americano, Associação Latino-Americana para o Livre Comércio (1960), e a Associação para Integração Latino-Americana (1981). Projetos de desenvolvimento superdimensionados e a elevação dos preços do petróleo na década de 1970 sobrecarregaram muitos países sul-americanos com dívidas que suas economias altamente dependentes dos mercados financeiros mundiais não tiveram condições de honrar. Desde 1º de janeiro de 1995 vigora o Mercosul (Mercado Comum do Sul), que pretende extinguir gradativamente a fronteira econômica entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
A América do Sul possui vastos recursos naturais e graves problemas econômicos e sociais. Nas décadas de 1960 e 1970, a maior parte dos países sul-americanos estava submetida a ditaduras militares, geralmente apoiadas pelos Estados Unidos da América. Turbulências políticas continuam, a despeito da democratização iniciada na década de 1980. Em razão do alto endividamento externo e interno, vários países sul-americanos aplicam as políticas do Fundo Monetário Internacional (FMI), que comprimem as contas públicas mas não eliminam as crises.
Nos últimos anos, essa parte do continente vive uma chamada "onda de esquerda". Em vários países, presidentes considerados de esquerda são eleitos, em contraste com a situação vivida em décadas recentes. Essa onda começou com Hugo Chávez, que ganhou as eleições na Venezuela em 1998. Depois, foi a vez de Luís Inácio Lula da Silva, no Brasil (2002), Néstor Kirchner, na Argentina (2003), Tabaré Vázquez, no Uruguai (2004), Evo Morales, na Bolívia (2005), e Michelle Bachelet, no Chile (2006).
Com 17,8 milhões de quilômetros quadrados, a América do Sul une-se à América do Norte pelo istmo da América Central e separa-se da Antártica pelo estreito de Drake. A porção oeste é ocupada pela cordilheira dos Andes, cujo ponto mais alto é o monte Aconcágua, com 6.960 metros. As planícies centrais abrigam a bacia hidrográfica do Orinoco, a Amazônica e a do Prata. Na região norte, onde o clima é equatorial, encontram-se florestas tropicais úmidas. Os rios que descem a cordilheira dos Andes em direção ao oceano Pacífico são, em geral, curtos, enquanto os que correm em direção ao Atlântico, extensos, como o Amazonas, Tocantins, São Francisco, Paraná e da Prata.
Nas áreas mais secas do centro localiza-se o cerrado. O sul possui faixas áridas, como o deserto do Atacama, e uma zona temperada, ocupada por florestas tropicais e pelos pampas argentinos. De acordo com o World Resources Institute, a América do Sul preserva quase 70% de suas florestas. A maior mata nativa é a da Amazônia, seguida das florestas temperadas do Chile e da Argentina.
A América do Sul tem 380 milhões de habitantes. Vazios demográficos (como as florestas tropicais, o deserto de Atacama e as porções geladas da Patagônia) convivem com regiões de alta densidade populacional, como os centros urbanos de São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Lima e Santiago. A população é formada principalmente por descendentes de europeus (em especial espanhóis e portugueses), africanos e indígenas. Há alta porcentagem de mestiços. As principais línguas são o espanhol e o português.
A indústria está concentrada no beneficiamento de produtos agrícolas e na produção de bens de consumo. No Brasil e na Argentina encontra-se mais diversificada, abrangendo setores como extração e refino de petróleo, siderurgia, metalurgia, química e automobilística, entre outras. O Brasil é responsável por cerca de três quintos da produção industrial sul-americana. A mineração inclui a extração de petróleo (com destaque para a Venezuela), cobre, estanho, manganês, ferro, zinco, chumbo, alumínio, prata e ouro. A agricultura é intensiva nas áreas tropicais, onde há culturas voltadas para a exportação (café, cacau, banana, cana-de-açúcar, algodão e cereais). A pecuária é praticada em larga escala no sul e no centro.














http://pt.wikipedia.org/wiki/Cordilheira_dos_Andes

Furacão sobre o Caribe

Como se forma um Ciclone

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12279.shtml