quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Vamos Juntos Escrever Um Conto Vampírico?


RELEMBRE A IDEIA DO NOSSO COLABORADOR MÁRCIO:

"Proponho a vocês uma brincadeira bem interessante...se toparem, podemos dar início a um conto vampírico eu inicio o primeiro parágrafo e vocês dão continuidade na história criando mais personagens até formamos uma crônica...o que acham?"

POIS BEM, SEGUE O PRIMEIRO PARÁGRAFO JÁ ESCRITO PELO AMIGO MÁRCIO....

A noite estava estrelada e como de costume, sai de meu caixão empoeirado recém adiquirido em meus furtos noturnos, afinal de contas de baixo da terra ninguém daria falta mesmo. Nessa noite em particular eu estava saudoso dos tempos em que ainda era um humano tolo com apenas 20 anos , meu nome era Alexander e fui retirado bruscamente da vida humana por um puro e mero acidente de percurso...estava no lugar errado na noite errada! Hoje conto apenas com a solidão de um ser sem vida, sem alma e sem coração...ao que me lembro estou com 100 anos, sou um vampiro adolescente em vista dos outros que nem ouso desafiar, por isso prefiro vagar com minha sede que só aumenta noite após noite, saciando me dos indigentes ou dos mal intencionados. Vou deixar minha memória vagar assim como vaguei todos esses anos e contar pelo menos aqui as histórias que guardei...afinal de contas sou Alexander o vampiro que nasceu, viveu e morreu para a vida humana e hoje procura apenas pelo calor do sangue que me faz relembrar por poucos instantes o que é o sabor da vida!


À todos que queiram participar, favor postarem os parágrafos dentro do Espaço para Comentários, que aos poucos, iremos agrupá-los formando uma grande história.

fonte da imagem: Para divulgação - http://espacojovem.atla.pt/wp-content/uploads/2008/10/vampiro4kk.png

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Um Recado do Márcio - Nosso Colaborador e Expert em Vampirísmo



Olá meu nome é Marcio, moro no sul de Minas Gerais mais precisamente na cidade Três Pontas, sou um apaixonado por literatura vampírica e também outros gêneros, também gosto de filmes de terror!

Há alguns anos atrás tive contato com uma amiga que me apresentou os livros de Anne Rice da qual fiquei completamente apaixonado, antes disso já havia lido e visto várias outras obras do gênero, mas mesmo assim a que me deixou de queixo caído realmente Anne Rice, embora ela não tenha mais escrito sobre o assunto, posso dar a vcs mais dicas de outros autores também no Brasil temos o excelente escritor de romances vampíricos chamado André Vianco que escreveu: Os sete, Sétimo, Os filhos de Sétimo, O vampiro Rei (volume 1), O Vampiro Rei (volume 2) Bento, etc. O diferencial desses livros é que a maioria se passa no Brasil fato um tanto quanto inédito.

Mas se vocês optarem por uma leitura mais antiga também recomendo ao livro que considero a versão feminina de Drácula chamada “karmila” que tem também um filme dela, não me lembro agora o nome do escritor mas não será difícil achar. A figura feminina é de extrema inportãncia no mundo vampírico tanto que se vcs procurarem mais a fundo encontraram a história de Lilith a verdadeira primeira mulher de Adão que por não se submeter ao masculino e foi chamada de Demônio que gerou a outros demônios responsáveis pelas mais variadas atrocidades bíblicas insclusive o incidente entre Caim e Abel (Filhos de Eva)e que também foi responsável pela queda de Eva...assim como também verão histórias que contam que o vampirismo teve inicio no personagem bíblico chamado Caim...e deste surgiram os Clãs Vampíricos...

Enfim a literatura é extensa e podemos até encontrar no primeiro livro de Paulo Coelho “Manual prático do vampirismo” que foi proibido de ser vendido exatamente pelo conteúdo forte, a exata informação e relatos de verdadeiros vampiros que habitam esse mundo, pessoas que morriam e desapareciam...reaparecendo depois em aparições e ainda rituais para afastar vampiros entre outros.

No cinema posso dizer que há vários filmes interessantes no entanto ressalto apenas alguns que achei relevantes tais como: “Drácula de Bran Stoker”, “Entrevista como Vampiro”, “30 dia de noite”, Vamp, vamos ser mais democráticos e deixar que vocês mesmo descubram a lista enorme de bons filmes vou lhes indicar o site apropriado para isso chama-se Boca do Inferno (http://www.bocadoinferno.com/).



Vocês devem ter percebido agora que realmente gosto do assunto e por isso me dispus a conversar, dar dicas, a foto que vcs estão vendo sou eu e minha amiga Juliana que numa brincadeira falamos que éramos um casal de Vampiros da Transilvânia...nosso desejo foi realizado pelo Photoshop...rsrsrsrsrs

Eu posso propor a vocês uma brincadeira bem interessante...se toparem, podemos dar inicio a um conto vampirico eu inicio o primeiro parágrafo e vcs dão continuidade na história criando mais personagens até formamos uma crônica...o que acham? Vou esperar a resposta!



Vou ficando por aqui! Um grande abraço a todos! E boa leitura!

Marcio Rabello de Andrade – Três Pontas – MG

lestadsp@hotmail.com

lestadsp@gmail.com

segunda-feira, 27 de julho de 2009

VAMPÍROS X HUMANOS: Anjos ou Demônios? Lenda ou Realidade?




VAMPÍROS TÊM SEDE DE SANGUE, HUMANOS DE PALAVRAS; VAMPÍROS SÃO IMORTAIS, HUMANOS SÃO MORTAIS MAS SE TORNAM ETERNOS ATRAVÉS DAS PALAVRAS QUE DEIXAM ESCRITAS!"
( Márcio - Três Pontas/M.G )

EM UM VAMPÍRO, AS CHAGAS DE UM AMOR E AMIZADE TRAÍDAS NÃO SE CICATRIZAM COMO NOS HUMANOS. MAS PARECEM FICAR CADA VEZ MAIORES....


visite ao blog:



CENAS DE DIVULGAÇÃO DO FILME - FONTE: WWW.YOUTUBE.COM

Anne Rice - Escritora de séries de Terror e Fantasia



História


Em seus livros ela invariavelmente apresenta seus vampiros como indivíduos com suas paixões, teorias, sentimentos, defeitos e qualidades como os seres humanos mas com a diferença de lutarem pela sua sobrevivência através do sangue de suas vítimas e sua própria existência, que para alguns deles, é um fardo a ser carregado através das décadas, séculos e até milênios.

Seu livro de maior sucesso é "Entrevista com o vampiro". Anne relata que escreveu esse livro em apenas uma semana, após a morte de sua filha por leucemia, filha esta que está brilhantemente retratada na personagem Cláudia. Entrevista com o Vampiro foi para as telas dos cinemas, sendo que Anne escreveu o roteiro e acompanhou de perto a produção. Na época do lançamento do filme foi amplamento divulgado a decepção da autora quanto a escolha do ator para o personagem Lestat (Tom Cruise), sendo divulgado que ela o considerava apenas um rostinho bonito e sua preferência era o ator Rutger Hauer (inclusive no livro A História do Ladrão de Corpos, através de uma fala de Lestat, ela indica isto). Após a estréia ela voltou atrás.

Já no segundo filme, "A Rainha dos Condenados", Anne não teve qualquer participação em nenhuma etapa de sua produção, o que pode explicar a pouca repercussão que o filme obteve e as extremas "licenças" poéticas que os produtores tomaram a liberdade de fazer descaracterizando pontos importantes da saga dos vampiros.

Em 2005 Rice anunciou que, após o falecimento de seu marido Stan Rice, deixará de escrever obras sobre vampiros, bruxas e outros seres fantásticos, e agora irá se dedicar a outros gêneros literários.

Em Christ The Lord: Out of Egypt, lançado em 2005, Rice despede-se dos seus temas habituais para escrever um retrato curioso de um Jesus aos sete anos de idade, partindo do Egito com a família, para voltar para sua casa em Nazaré. Neste livro, Rice nos brinda com um comovente epílogo no qual ela descreve o recente retorno à sua fé Católica e avalia de forma divertida e ácida a moda dos estudos bíblicos nos dias de hoje.

SUGESTÕES DE LEITURA DAS CRÔNICAS VAMPÍRESCAS

Contribuição do amigo MÁRCIO lá da cidade de Três Pontas - Sul de Minas.

Ele Disse:


"A novela dos vampiros tem início meio e fim e segue um universo onde em cada livro se descobre mais e mais de cada personagem, para se entender toda a história devemos ler na cronologia correta que é:

* ENTREVISTA COM O VAMPIRO
* O VAMPÍRO LESTAT
* A RAINHA DOS CONDENADOS
* A HISTÓRIA DO LADRÃO DE CORPOS
* MEMNOCH
* O VAMPIRO ARMAND
* SANGUE E OURO
* PANDORA
* MERRICK
* A FAZENDA BLACKWOOD
* CÂNTICO DE SANGUE
* VITTORIO, O VAMPÍRO

Ao final da saga em "Cantigo de Sangue" a escritora consegue o feito de unir outros romances paralelos dela sobre as Bruxas Mayfar com o o outro universo de seus livros dos vampiros criando assim uma Cruz entre os seus romances de Bruxas e de Vampiros."

VALEU MÁRCIO!!!!!!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Homenagem a Michael Jackson - Rei do Pop

Dentro do Projeto de geografia, Lendas Européias - Um estudo da Romênia, as turmas do final do 3º ciclo fazem uma pequena homenagem ao cantor Norte-americano, MICHAEL JACKSON, falecido recentemente em Los Angeles; e relembram o clipe THRILLER que foi um divisor de águas na carreira do cantor e também na forma de se fazer clipes musicais.

O enredo começa com Jackson e sua namorada (Ola Ray) passeando até que a gasolina do carro acaba. Os dois vão caminhar por uma mata até que Jackson a pede em noivado. Ela aceita e ele então resolve contar a ela um segredo. Entretanto, antes que Jackson consiga falar, uma lua cheia aparece no céu e ele se transforma em um terrível lobisomen. Depois de uma perseguição pela floresta, a cena se abre e percebe-se que a história na verdade era um filme chamado Thriller e estrelado por Vincent Price. Assustada, a namorada de Jackson sai do cinema e ele a segue. Na rua, Michael canta boa parte da canção. Os dois passam em frente a um cemitério e Zumbis começam a sair de suas covas. Eles seguem o casal, que se vê cercado por eles. De repente, Michael também se transforma em zumbi. Começa aí uma sequência de danças complexas que dura boa parte do vídeo. Logo depois Michael se une aos zumbis e continua a perseguir sua namorada. Cercada por eles, ela acorda e percebe que tudo foi um sonho. Michael então vai levá-la para o quarto, mas quando ele vira o rosto para trás vê-se que os olhos deles ficaram amarelos, assim como os do lobisomem no começo do filme.

Esse videoclipe na verdade é uma sátira a todos os filmes de terror e uma metáfora para a imaginação. O vídeo de Thriller, sem dúvidas é uma das marcas registradas de Michael e sua coreografia ficou tão famosa quanto o moonwalk ou a solitária luvinha branca. Thriller é mais um vídeo do que uma canção. Seu vídeo se mantém atual e interessante até os dias atuais. Prova disso são as constantes referências feitas a ele pelo cinema, pela Televisão e até em outras canções e videoclipes. Filmes como "O Retorno dos Mortos Vivos, Parte II" ou "De Repente 30" mostram de forma clara sua referência ao vídeo. Algumas séries de TV como "South Park" ou "The Simpsons" também tiveram Thriller com o referência em alguns de seus episódios. Na canção, os exemplos mais notáveis são os DJs Bob Sinclair e Fatboy Slim e a banda Fall Out Boy e Alien Ant Farm. E na área do videoclip Thriler serviu de inspiração para a banda Gorillaz e mais recentemente para a cantora Miley Cyrus.

CENAS DE DIVULGAÇÃO DO CLIPE DA MÚSICA - FONTE: WWW.YOUTUBE.COM

sexta-feira, 3 de julho de 2009

TRAILER DO FILME DRÁCULA DE BRAM STOKER EM ESPAÑOL...


CENAS DE DIVULGAÇÃO DO FILME - FONTE: WWW.YOUTUBE.COM

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO PRÍNCIPE VLAD DA VALÁQUIA - "O DRÁCULA"


LENDAS EUROPÉIAS - VAMPIRISMO NA TRANSILVÂNIA. Trabalho desenvolvido com os alunos do Terceiro ano do Terceiro Ciclo em Julho de 2009.

Vlad Tepes, ou Vlad Drácula, mais exatamente Vlad III, tem uma ínfima ligação com os vampiros. Embora Vlad tenha sido usado como modelo para o personagem de Stocker, Drácula, a história de Vlad não tem relação alguma com alguma criatura sobrenatural.

Vlad Drácula tem sido tão confundido com a moderna lenda que é difícil ignorá-lo, mas com a razão de corrigir o conceito popular sobre esta personagem tão desconhecida. Todos sabem quem Vlad Drácula foi, ou ao menos pensam que sabem. De acordo com a opinião popular, Vlad Drácula, também conhecido como Vlad o Empalador (Tepes), foi um príncipe no país da Transilvânia durante o século XV. Por causa de sua extrema crueldade, ele ficou conhecido como Drácula, que significa "filho do diabo". Ele era tão diabólico que as pessoas acreditavam que ele era um vampiro, ou pelo menos tinha um acordo com o diabo, então Stocker usou ele como modelo para sua ficção de vampiro. Embora Stocker tenha usado Vlad parcialmente como base de caráter no seu livro, e enquanto Vlad foi excepcionalmente cruel, o resto de sua "biografia" é tão fictício quanto o livro de Stocker. Vlad III, como ele deveria ser chamado, já que nem Tepes nem Drácula são nomes ou títulos verdadeiros, foi um personagem real. O termo "Drácula", que originalmente não significa "filho do diabo", mas "filho do Dragão", veio de seu pai, que era filho de um Cavaleiro da Ordem do Dragão. Vlad II era chamado "Dracul", que significa "Dragão". Vlad III, seu filho, era chamado "Drácula".
Esta época parece ter sido cruel. Torturas de uma forma ou outra, quase que universal, os dois como castigo pelos crimes e infrações morais, mas também extraiam-se "confissões" de suspeitos. As pessoas eram executadas nas mais diversas imagináveis de crueldade; cozidas vivas, despedaçadas pelos cavalos, eram queimadas vivas, etc. Mas mesmo com este clima, o comportamento de Vlad se destacou. Seu sobrenome era Tepes (Empalador). A morte pela perfuração foi uma forma de execução que Vlad III usava com mais freqüência. As estacas eram bem arredondadas, não afiadas, e se colocava óleo nas estacas. Quando a vítima era perfurada, geralmente pelo ânus, os outros órgãos eram deslocados, sem destruir, para que a vítima vivesse por horas, até mesmo dias em agonia excruciante. As estacas as vezes eram feitas em modelos geométricos. Os corpos às vezes eram deixados nas estacas por meses depois disto. Vlad tinha centenas, as vezes milhares de pessoas executadas ao mesmo tempo.

Um relatório diz que os soldados Turcos que invadiam voltaram para trás, horrorizados quando viram os milhares de corpos se decompondo nas estacas ao longo da margem do rio. Num outro relatório, indica que em 1460 Vlad teve dez mil pessoas perfuradas ao mesmo tempo na cidade de Sibiu na Transilvânia, onde ele viveu. Outro dizia que ele teve trinta mil comerciantes e nobres perfurados na cidade de Brasov. Uma das imagens mais horríveis foi cortando a madeira, mostrando que Vlad festejava com a contagem das pessoas na estaca se contorcendo. O empalamento não foi a única forma de execução e tortura usados por Vlad III. As pessoas às vezes tinham pregos martelados em suas cabeças ou outras partes do corpo. Braços e pernas eram decepados, as pessoas eram cegadas. Orelhas e nariz eram cortados. Os órgãos sexuais, especialmente das mulheres, eram mutilados. Na lista lia-se como uma enciclopédia de tudo que é horrível e cruel. Qualquer pessoa era sujeita a tortura e morte. Suas vítimas incluíam fazendeiros, nobres, comerciantes, príncipes, embaixadores de outros países, prisioneiros de guerra; literalmente, qualquer pessoa. Suas vítimas mais comuns eram os comerciantes e os pequenos nobres de seu próprio país e da Transilvânia, contra quem ele detinha muito rancor desde o assassinato de seu pai e seus irmãos, pois os mesmos foram assassinados por esses. Muitas das atrocidades foram aparente tentativas para introduzir seu código moral sobre os cidadãos da Valáquia. As pessoas que se acredita serem preguiçosas, sem castidade (especialmente mulheres), mentirosos, inescrupulosos nos negócios (ou mesmo suspeito de estar sendo) eram sempre executados. Mas parece que ele tinha a necessidade de justificar seus atos, e em alguns casos, os habitantes da vila inteira, homens, mulheres e crianças, foram torturados sem razão alguma.

Devemos lembrar que enquanto Vlad III foi inacreditavelmente cruel, muitas destas histórias provêem de estudos que são um pouco suspeitos. Como diz o ditado: Os vitoriosos geralmente escrevem livros de histórias, e os vitoriosos nas batalhas naquela área não tinham grande amor por Vlad e sua família. Muitos destes contos tiveram origem na Alemanha, Rússia e Turquia. Fontes que sem dúvida, exageravam a crueldade de Vlad. Seus amigos o retratavam como um monstro que chacinava inocentes com alegria, enquanto que mais simpáticas fontes o retratavam tão cruel, mas homem justo que era injustificado em usar métodos extremos para controlar a corrupção e imoralidade. Mas existe bastante acordo entre as fontes para suportar a crença de que muitos dos eventos narrados acima realmente aconteceram.

FONTE:http://forums.tibiabr.com/showthread.php?t=33304

Um Passeio Pelos Cárpatos





Os Cárpatos formam a ala oriental do grande sistema de montanhas da Europa, percorrendo 1500 km ao longo das fronteiras da República Checa, Eslováquia, Polônia, Romênia e Ucrânia.
Os Cárpatos não formam uma cadeia ininterrupta de montanhas, mas são compostos de diversos grupos distintos tanto orograficamente como geologicamente; na verdade, apresentam tanta variedade quanto os Alpes. Os Cárpatos, que raramente atingem mais do que 2500 m, não apresentam campos com neve, nem grandes geleiras, nem as cataratas e nem os vários lagos que podem-se encontrar nos Alpes. Não possuem neves eternas em nenhum ponto, e não apresentam geleiras. Assim, mesmo em seus pontos mais elevados, lembram a região mediana dos Alpes, com os quais, no entanto, têm diversos pontos em comum, como a aparência, estrutura e flora.

GEOGRAFIA DA ROMÊNIA


Capital Bucareste 44°25′N, 26°6′E
Cidade mais populosa Bucareste
Língua oficial Romeno
Governo República unitária semi-presidencial
- Presidente Traian Băsescu
- Primeiro Ministro Emil Boc

Formação
- Valáquia 1290
- Moldávia 1346
- Primeira unificação 1599
- Reunificação da Moldávia com a Valáquia 24 de Janeiro de 1859
- Independência oficialmente reconhecida 13 de Julho de 1878
- Reunificação com a Transilvânia 1 de Dezembro de 1918

Entrada na UE 1 de Janeiro de 2007

Área
- Total 237.500 km² (82º)
- Água (%) 3
Fronteira Hungria, Ucrânia, Moldávia, Bulgária e Sérvia

População
- Estimativa de 2008 22.246.862 hab. (50º)
- Censo 2002 21.680.974
- Densidade 93 hab./km² (104º)

PIB (base PPC) Estimativa de 2008
- Total US$187.9 bilhões USD (38º)
- Per capita US$8,744.7 USD (58º)

Indicadores sociais
- IDH (2005) 0,831 (60º) – elevado

Moeda Leu romeno (RON)

HISTÓRIA ROMENA


A confederação tribal dos Getas foi encontrada por Dario na sua campanha nos Balcãs em 531 a.C..Os dácios foram derrotados pelo Império Romano no governo do imperador Trajano em duas campanhas que se estenderam de 101 a 107, e o centro do reino dos dácios tornou-se a província romana da Dácia.

As campanhas góticas e cárpicas nos Balcãs durante 231 - 275 forçaram o Império Romano a reorganizar uma nova província romana da Dácia ao sul do Danúbio, fazendo com que a antiga Dácia se tornasse o reino dos godos até o final do século IV, quando foi incluído no Império Huno. Os gépidas e os avaros governaram a Transilvânia até o século VIII, quando os búlgaros incluíram a Romênia ao seu império até o ano 1000. Os pechenegas, os cumanos e os uzes também são mencionados por crônicas históricas no território da Roménia até a fundação dos principados valáquios da Valáquia por Basarab, e da Moldávia por Dragos durante o século XIV.

Na Idade Média, os romenos viveram em três principados distintos: Valáquia, Moldávia e Transilvânia.

A Valáquia e a Moldávia encontraram-se sob a suserania do Império Otomano nos séculos XV e XVI, respectivamente, com autonomia interna e breves períodos de independência, com a Moldávia perdendo seu território oriental da Bessarábia para o Império Russo em 1812, seu território setentrional de Bucovina para o Império Austríaco em 1775 e seu território sudeste de Bugeac para o Império Otomano.

A Transilvânia caiu sob controle da Hungria no século XII (desde 1300, a Hungria e a Transilvânia tornaram-se possessões da Casa de Anjou, de Habsburgo, e do Sacro Império Romano-Germânico), tornando-se um principado sob a suserania do Império Otomano em 1526, após a Batalha de Mohacs. No final do século XVIII, o Império Austríaco (desde 1867, Áustria-Hungria) incluiu a Transilvânia nas suas fronteiras.

A Roménia moderna nasceu quando os principados da Moldávia e da Valáquia fundiram-se em 1859 e a sua independência foi ratificada pelos Grandes Poderes em 1877. Um príncipe da casa alemã do Hohenzollern recebeu a coroa do reino da Roménia, tornando-se rei e chamava-se Carol I.

Após a Primeira Guerra Mundial (na qual a Roménia participou aliando-se às potências da Tríplice Entente), com a desintegração do Império Russo dos Romanov e do Império Austro-Húngaro dos Habsburgo, a Romênia viu a sua área de soberania duplicada com as aquisições da Transilvânia e da Bessarábia.

A Bessarábia, a Bucovina do Norte e a Bugeac foram incorporados pela União Soviética em 1940, compreendendo principalmente a actual República da Moldávia com a Bugeac e a Bucovina do Norte integradas na Ucrânia.

Após a Segunda Guerra Mundial, a Roménia tornou-se um estado comunista sob directo controlo económico e militar da U.R.S.S. até 1958. O governo ditatorial do presidente Nicolae Ceauşescu (1965-1989) foi derrubado com a Revolução Romena de 1989; muitos dos que derrubaram Ceausescu, na sua maioria sociais-democratas, integraram o governo eleito democraticamente até 1996, quando Emil Constantinescu foi eleito presidente por uma coligação de centro-direita. Em 2000, os social-democratas retornaram ao poder, com Ion Iliescu. As eleições de 13 de Dezembro de 2004 deram a vitória a Traian Băsescu, do liberal Partido Democrata através da coalizão de direita "Aliança da Justiça e Verdade".

A 1 de Janeiro de 2007, a Roménia adere à UE juntamente com a Bulgária.

FONTE: WIKIPÉDIA

A ROMÊNIA - PAÍS DOS CÁRPATOS


A Romênia é um país da Europa Oriental limitado a norte e a leste pela Ucrânia, a leste pela República da Moldávia e pelo mar Negro, a sul pela Bulgária e a oeste pela Sérvia e pela Hungria. A sua capital, e também maior metrópole, é a cidade de Bucareste.

A Romênia faz parte da União Européia desde 1º de janeiro de 2007. Seu território é o nono mais extenso da UE, e sua população a sétima maior. Também é membro da OTAN desde 29 de março de 2007. Além disso, compõe a União Latina.

A Romênia é uma república democrática. O poder legislativo do governo romeno consiste de duas câmaras, o Senat (Senado), que possui 137 membros (relativo a 2004), e a Camera Deputaţilor (Câmara dos Deputados), que possui 332 membros (relativo a 2004). Os membros de ambas as câmaras são escolhidos em eleições realizadas a cada quatro anos. O presidente, chefe do poder executivo, também é eleito pelo voto popular, a cada cinco anos (até 2004 eram de quatro em quatro anos). O presidente nomeia o primeiro-ministro, que dirige o governo, cujos membros são por sua vez nomeados por ele. O governo é sujeito a um voto parlamentar de aprovação.

Uma grande parte das fronteiras da Roménia com a Sérvia e a Bulgária seguem o curso do Danúbio. No Danúbio vai desaguar o rio Prut, que serve de fronteira com a República da Moldávia. Os montes Cárpatos dominam a parte ocidental da Roménia, com picos de até 2.500 metros. O mais elevado, o Moldoveanu, atinge os 2.544 metros. As principais cidades são a capital, Bucareste, Braşov, Timişoara, Cluj-Napoca, Constanţa, Craiova, Iaşi, Brăila e Galaţi.

fonte:wikipedia

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Europa - Regiões com Cultura-Línguistica


Esta divisão pode ser muito controversa, em muitas áreas da Europa pode-se falar mais do que uma língua, como é o caso do Cantão de Friburgo na Suíça, ou as ligações línguisticas e culturais podem não ser análogas, como é o caso da Escócia e do Reino Unido, ou ainda onde existe competição entre teorias tais como os laços culturais e línguisticos como é o caso da Hungria e a sua relação com Finlândia, Turquia, Ásia Central e Europa Central:

EUROPA DIVISÕES


Divisões Históricas

A Europa pode ser dividida de muitas maneiras, seguindo a linha da história, normalmente correspondendo a fenómenos particulares tais como os culturais, império ou divisão política. As áreas variam nas diferentes épocas, e é argumentável quais as áreas que caíram dentro de outras(ex. pode a Germânia ou a Bretanha serem consideradas parte do Império Romano Europeu quando fizeram parte do império durante um breve período de tempo, ou pode a Jugoslávia ser considerada parte da Europa de Leste, mesmo quando era comunista, sem fazer parte do Pacto de Varsóvia.

* Europa Romana e não-Romana: estas partes estavam dentro do Império Romano.
* Europa Grega e Europa Latina: caíram nos Impérios Romanos do Ocidente e Oriental(Bizantino)
* Europa Pagã e Reino Cristão:Terras que observavam a Cristandade na Idade Média.
* Europa Católica Romana e Cristã Ortodoxa: resultado do Grande Cisma.
* Europa Católica e a Europa Protestante: resultado da saída da Igreja Católica de partes durante a Reforma.
* Código Cívil e Lei Comum Europeia: as partes que adoptaram um sistema de Código de Napoleão e a aqueles que mantiveram um Sistema Comum de Leis.
* Europa Comunista(Leste) Europa Ocidental e Capitalista : As partes que estavam de cada lado da Cortina de Ferro.
* A Vellha Europa e a Nova Europa: partes que apoiaram e não apoiaram a 2ª Guerra do Iraque.

O QUE É UMA PENINSULA?


Uma península, do latim paene (quase) e insula (ilha), é uma formação geológica consistindo de uma extensão de terra de uma região menor que é cercada de água por quase todos os lados, com exceção do pedaço de terra que a liga com a região maior, chamado istmo. Por exemplo, diz-se Península Ibérica para designar a região constituída pela Espanha e por Portugal, ligada à Europa pelos Pirineus. Também podemos dizer que uma península é um braço de terra que avança pelo mar, ligando-se ao resto do continente pelo chamado istmo.

A seguir, vemos as mais importantes penínsulas do mundo e, assim sendo, os países que lá se encontram:

* Subcontinente indiano - Índia, Paquistão, Bangladesh, Nepal e Butão

* Península da Baixa Califórnia - México

* Península Ibérica - Portugal, Espanha, Andorra e Gibraltar (Reino Unido)

* Península da Flórida - Estado americano da Flórida

* La Guajira - Colômbia e Venezuela

* Península de Paracas - Peru

* Península Antártica - Antártica

* Península de Kamshatka - Sibéria, Rússsia

* Península de Chukotka - Sibéria, Rússia

* Península de Guida - Rússia

* Península da Cornuália - Reino Unido

* Península de Kola - Escandinávia

* Península de Yucatan - parte do México

* Península Arábica - Arábia Saudita, Iêmen, Omã e Emirados Árabes Unidos.

* Península Escandinava - Suécia e Noruega

* Península da Jutlândia - parte da Dinamarca

* Península do Peloponeso / Península Balcânica - Sul da Grécia.

* Península da Coréia - Coréia do Norte e Coréia do Sul

* Península da Indochina - Vietnã, Camboja, Laos, Tailândia e parte de Myanmar.

* Península do Sinai - Egipto (Parte Asiática)

* Península Valdés - Argentina

* Península Itálica - parte da Itália e países de San Marino e Vaticano

Além das penínsulas citadas acima, há mais milhares de penínsulas pequenas e médias ao redor do mundo.


FONTE:http://pt.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula

A EUROPA


A Europa é a parte ocidental do supercontinente euroasiático. Embora geograficamente seja considerada uma península da Eurásia, os povos da Europa têm características culturais e uma história específicas, o que justifica que o território europeu seja geralmente considerado como um continente.

Esse continente é o segundo menor em extensão territorial e o quarto mais populoso. Sob o ponto de vista geográfico, a Europa é uma grande península da massa continental asiática (Eurásia), conforme já foi dito. Tradicionalmente, a divisão entre dois continentes é considerada coincidente com os montes Urais, que cortam a Rússia de norte a sul, e com o rio Ural, que deságua no mar Cáspio. Ao sul, a divisão é assinada convencionalmente pelas montanhas do Cáucaso e pelo mar Negro, incluindo os estreitos de Bósforo e Dardanelos. Sob esta denominação, possui uma área de 10.360.000 km2, pouco maior que o Brasil e os Estados Unidos, por exemplo. O continente europeu está separado da África pelo mar Mediterrâneo e pelo estreito de Gibraltar. Muitas extensões da costa irregular do continente formam penínsulas, como Jutlândia (Dinamarca), a Escandinávia, ao norte, e as penínsulas Ibérica, Itálica e Balcânica, ao sul.

A estrutura geológica da Europa é marcado pela elevação relativamente recente da cadeia alpina, que corta o continente de leste a oeste incluindo os Pireneus, os Alpes, os Apeninos, os Cárpatos, os Balcãs e o Cáucaso. O continente apresenta igualmente uma complexa rede hidrográfica, com grandes rios como o Volga, na Rússia, e o Danúbio, que atravessa territórios (ou delimita fronteiras) da Alemanha, Áustria, República Tcheca, Croácia, Hungria, Sérvia, Romênia, Bulgária e Ucrânia. Grande parte do continente consiste de planícies férteis, que se estendem das costas do Atlântico até os Urais. À exceção das grandes áreas polares da Escandinávia e da Rússia, o clima é de modo geral temperado. Estes e outros fatores, tais como os litorais piscosos, rios numerosos e abundantes recursos naturais tornaram a Europa um grande produtor de alimentos, e possiblitaram a manutenção de uma numerosa população, que hoje alcança cerca de 700 milhões de pessoas.

A Europa possui grande diversidade linguística: são faladas cerca de 60 línguas, quase todas da família indo-europeia (as exceções mais marcantes são o basco, o húngaro, o finlandês e o estoninano). A religião predominante é o cristianismo, incluindo o Catolicismo Romano, o Protestantismo e a Igreja Ortodoxa. Os muçulmanos e os judeus despontam com as duas minorias religiosas mais numerosas.

FONTE:http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa

sábado, 20 de dezembro de 2008

EMPEMM CONTRA DENGUE

PROJETO AMBIENTAL DE CONTROLE E PREVENÇÃO A DENGUE



Professores: Claudinei José Ataíde & Magda Zanon C. Goulart


Belo Horizonte, 08 de Abril de 2008


INTRODUÇÃO



Até meados do século XIX, a humanidade manteve relativa harmonia com o meio ambiente. Com advento da Era Industrial e das grandes aglomerações urbanas, houve uma quebra nessa harmonia, provocando uma crescente queda de qualidade no nível de vida dos habitantes destes ambientes devido ao desmatamento, poluição atmosférica, poluição dos rios, dentre outros.

Devido à ação antrópica, muitas doenças até então restritas a vida silvestre, passaram a estar mais presentes no cotidiano urbano, como a Febre Amarela, Dengue, etc.

A dengue é uma doença grave, que pode atingir qualquer pessoa. Mas, com cuidados simples, podemos evitá-la e preservar a saúde de nossa família e comunidade.

EMPEMM CONTRA DENGUE - 2

JUSTIFICATIVA

Tendo em vista o período do ano em que vivemos, calor e aumento do índice pluviométrico, associado ao descuido ambiental e as precárias condições de habitação, especialmente nesta comunidade, além do surto da doença existente e este ser mais prevalente na região nordeste da capital, onde mora nossos alunos; percebemos a necessidade de desenvolver um projeto de trabalho para adequada conscientização desta comunidade, já que a Dengue é uma doença de caráter tipicamente educacional e que irá nos ameaçar todos os anos seguintes, se não houver mudança comportamental de todos.

Assim, esperamos proporcionar à comunidade escolar, um olhar diferenciado ao ambiente em que vive. Reciclar e organizar o lixo nos locais adequados, levantamento e eliminação dos criadouros dos mosquitos, contribuindo ao controle da doença.

OBJETIVO GERAL

Promover a conscientização dos alunos e de suas famílias sobre os perigos da dengue, mostrando-lhes a importância das ações individuais e coletivas da comunidade, desenvolvendo hábitos que evitem a proliferação do mosquito transmissor e fazer com que entendam a gravidade da situação, caso não seja feito um controle desse vetor.

EMPEMM CONTRA DENGUE - 3




OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Conhecer algumas atitudes de prevenção à doença;
• Despertar nos alunos o censo crítico;
• Incentivar a comunidade local a receber os agentes de saúde que costumam fazer visitas de procura e eliminação a focos do mosquito Aedes;
• Perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles;
• Modificar atitudes e práticas pessoais, permitindo que as comunidades cuidem de seu próprio ambiente;
• Compreender a saúde como bem individual e comum que deve ser promovido pela ação coletiva;
• Buscar e coletar informações por meio de observação direta e indireta, entrevistas, visitas, leituras de imagens e mapas e textos selecionados;
• Elaborar mapa epidemiológico do bairro, através das informações coletadas em campo.



ESTRATÉGIAS E AÇÕES

• Conversa informal sobre o assunto;
• Uso de textos e folhetos educativos;
• Confecção de murais e desenhos;
• Visitas orientadas de observação ao meio ambiente;
• Ida a campo para levantamento dos P.E’s (Pontos Estratégicos) da região;
• Vistoria dos quintais e coletas de larvas para identificação;
• Pesquisas em jornais e revistas;
• Concurso de criação de folhetos de combate a Dengue;
• Estimular mutirão de limpeza nos quintais dos alunos e vizinhos;
• Aplicar questionário na comunidade e
• Formar multiplicadores no combate ao mosquito.

TEMPO DE EXECUÇÃO

O desenvolvimento do projeto será em todo mês de Abril e espera-se que
após esse período, continue a ser desenvolvidas ações efetivas incorporadas a prática pedagógica da escola.


AVALIAÇÃO

Se fará de forma continua e processual, além das apresentações dos trabalhos, maquetes e pesquisas.
Debate indicando o grau de entendimento, interesse e satisfação dos alunos; além da formação de multiplicadores no combate ao mosquito transmissor da dengue.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

AS AMÉRICAS





















O Continente Americano se divide em 2 grandes blocos: América do Norte e América do Sul ambas ligadas por uma pequena porção de terras chamada de América Central.

América do Norte

A América do Norte é a porção setentrional do continente americano. Geralmente considera-se que a América do Norte é apenas a parte mais setentrional da América, separada da América Central na fronteira entre o México e o Guatemala. Outras classificações reconhecem apenas uma América do Norte e uma América do Sul, traçando o limite no Istmo do Panamá (umas vezes no Canal do Panamá, outras na fronteira entre o Panamá e a Colômbia. A América do Norte assim definida inclui quer a América Central, quer as Caraíbas.
De facto, a América do Norte está assente na sua própria placa tectónica - a Placa Norte-americana (que abrange também parte da Ásia oriental) -, enquanto que a América Central, a sul da Península de Iucatã, está assente na Placa Caribeana.
O subcontinente é limitado a norte pelo Oceano Glacial Ártico, a leste pelo Oceano Atlântico, a sul pela América Central (ou pela América do Sul, conforme a definição que se considere), pelo Golfo do México e Mar das Caraíbas e a oeste pelo oceano Pacífico. Inclui ainda, além da porção continental, a Gronelândia (a maior ilha do mundo), a Terra Nova, o Arquipélago Ártico Canadiano, as Aleútes, a ilha de Vancouver, as Ilhas da Rainha Carlota e uma miríade de outras ilhas, espalhadas pelos mares que o rodeiam.
Pode-se, assim, dizer que a América do Norte é composta pelos seguintes territórios:


Países independentes
Canadá
Estados Unidos da América
México
Dependências
Bermudas (colónia do Reino Unido)
Groenlândia (região autónoma dinamarquesa)
Saint Pierre et Miquelon (território ultramarino francês)

América do Sul
A América do Sul é um subcontinente que compreende a porção meridional da América. Sua extensão é de 17.819.100 km², abrangendo 12% da superfície terrestre, porém só tem 6% da população mundial. Une-se à América Central, ao norte, pelo istmo/canal do Panamá. Tem uma extensão de 7.400 km desde o mar do Caribe até o cabo Horn, ponto extremo sul do continente. Os outros pontos extremos da América do Sul são: ao norte a Punta Gallinas, na Colômbia, ao leste a Ponta do Seixas, no Brasil, e a oeste a Punta Pariñas, no Peru. Seus limites naturais são: ao norte com o mar do Caribe; a leste, nordeste e sudeste com o oceano Atlântico; e a oeste com o oceano Pacífico.
Originalmente foi povoado por ameríndios e alguns povos de culturas sofisticadas, principalmente os incas. A maior parte da América do Sul foi colonizada pela Espanha e Portugal. A reivindicação espanhola se baseava nas descobertas de Cristóvão Colombo; em sua terceira viagem (1498) ele navegou ao longo da costa venezuelana e aportou em Trinidad. Em 1500, o explorador português Pedro Álvares Cabral desembarcou no atual estado da Bahia e se apossou desse território em nome de Portugal. O Brasil português e o vice-reinado espanhol do Peru constituíam as duas principais jurisdições administrativas da América do Sul nos séculos XVI e XVII. No século XVIII subdividiu o Peru, acrescentando dois vice-reinados, Nova Granada (1717) e Rio da Prata (1776). No século XVII, Inglaterra, França e Holanda também estabeleceram colônias na costa nordeste do continente. O povoamento inicial foi pelo litoral, e até hoje os centros urbanos estão concentrados próximo à costa e não no interior do continente.
Em 1816 e 1825, a maior parte da América do Sul espanhola se tornou independente, sob a liderança de Simón Bolívar e José de San Martín, e conseqüentemente dividiu-se em países: Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Chile, Argentina, Paraguai e Uruguai. O Brasil se tornou independente de Portugal em 1822. A Guiana Inglesa se tornou Guiana independente em 1966, Suriname, colônia holandesa, teve sua independência em 1975, mas a Guiana Francesa ainda continua sob domínio francês. O continente permaneceu politicamente independente na maior parte do século XIX, principalmente graças à doutrina Monroe, que evitou a expansão européia. Ao mesmo tempo, recebeu cerca de 15 imigrantes provenientes da Europa, e sofreu influências culturais e ideológicas tanto dos Estados Unidos quanto da Europa. Investimentos econômicos consideráveis foram feitos, principalmente pelo Reino Unido, na produção primária, como mineração e carne, levando esses mercados à dependência. O continente é predominantemente católico romano; No século XIX e princípio do século XX a Igreja ocupou posição política e social importante e exerceu força conservadora. Recentemente, suas posições foram contestadas por padres do movimento da Teologia da Libertação, que visavam o engajamento político da Igreja em prol dos pobres e destituídos. A rápida urbanização superou a oferta de emprego e moradia. Como esforço para estimular o comércio e produção, formaram-se grupos econômicos como o Mercado Comum Centro-Americano, Associação Latino-Americana para o Livre Comércio (1960), e a Associação para Integração Latino-Americana (1981). Projetos de desenvolvimento superdimensionados e a elevação dos preços do petróleo na década de 1970 sobrecarregaram muitos países sul-americanos com dívidas que suas economias altamente dependentes dos mercados financeiros mundiais não tiveram condições de honrar. Desde 1º de janeiro de 1995 vigora o Mercosul (Mercado Comum do Sul), que pretende extinguir gradativamente a fronteira econômica entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
A América do Sul possui vastos recursos naturais e graves problemas econômicos e sociais. Nas décadas de 1960 e 1970, a maior parte dos países sul-americanos estava submetida a ditaduras militares, geralmente apoiadas pelos Estados Unidos da América. Turbulências políticas continuam, a despeito da democratização iniciada na década de 1980. Em razão do alto endividamento externo e interno, vários países sul-americanos aplicam as políticas do Fundo Monetário Internacional (FMI), que comprimem as contas públicas mas não eliminam as crises.
Nos últimos anos, essa parte do continente vive uma chamada "onda de esquerda". Em vários países, presidentes considerados de esquerda são eleitos, em contraste com a situação vivida em décadas recentes. Essa onda começou com Hugo Chávez, que ganhou as eleições na Venezuela em 1998. Depois, foi a vez de Luís Inácio Lula da Silva, no Brasil (2002), Néstor Kirchner, na Argentina (2003), Tabaré Vázquez, no Uruguai (2004), Evo Morales, na Bolívia (2005), e Michelle Bachelet, no Chile (2006).
Com 17,8 milhões de quilômetros quadrados, a América do Sul une-se à América do Norte pelo istmo da América Central e separa-se da Antártica pelo estreito de Drake. A porção oeste é ocupada pela cordilheira dos Andes, cujo ponto mais alto é o monte Aconcágua, com 6.960 metros. As planícies centrais abrigam a bacia hidrográfica do Orinoco, a Amazônica e a do Prata. Na região norte, onde o clima é equatorial, encontram-se florestas tropicais úmidas. Os rios que descem a cordilheira dos Andes em direção ao oceano Pacífico são, em geral, curtos, enquanto os que correm em direção ao Atlântico, extensos, como o Amazonas, Tocantins, São Francisco, Paraná e da Prata.
Nas áreas mais secas do centro localiza-se o cerrado. O sul possui faixas áridas, como o deserto do Atacama, e uma zona temperada, ocupada por florestas tropicais e pelos pampas argentinos. De acordo com o World Resources Institute, a América do Sul preserva quase 70% de suas florestas. A maior mata nativa é a da Amazônia, seguida das florestas temperadas do Chile e da Argentina.
A América do Sul tem 380 milhões de habitantes. Vazios demográficos (como as florestas tropicais, o deserto de Atacama e as porções geladas da Patagônia) convivem com regiões de alta densidade populacional, como os centros urbanos de São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Lima e Santiago. A população é formada principalmente por descendentes de europeus (em especial espanhóis e portugueses), africanos e indígenas. Há alta porcentagem de mestiços. As principais línguas são o espanhol e o português.
A indústria está concentrada no beneficiamento de produtos agrícolas e na produção de bens de consumo. No Brasil e na Argentina encontra-se mais diversificada, abrangendo setores como extração e refino de petróleo, siderurgia, metalurgia, química e automobilística, entre outras. O Brasil é responsável por cerca de três quintos da produção industrial sul-americana. A mineração inclui a extração de petróleo (com destaque para a Venezuela), cobre, estanho, manganês, ferro, zinco, chumbo, alumínio, prata e ouro. A agricultura é intensiva nas áreas tropicais, onde há culturas voltadas para a exportação (café, cacau, banana, cana-de-açúcar, algodão e cereais). A pecuária é praticada em larga escala no sul e no centro.

fonte do Globo : http://www.guiageo-americas.com/mapas/globo-americas.htm
Fonte do texto:http://pt.wikipedia.org/wiki/América_do_Norte

Cordilheira dos Andes


A América do Sul é um subcontinente que compreende a porção meridional da América. Sua extensão é de 17.819.100 km², abrangendo 12% da superfície terrestre, porém só tem 6% da população mundial. Une-se à América Central, ao norte, pelo istmo/canal do Panamá. Tem uma extensão de 7.400 km desde o mar do Caribe até o cabo Horn, ponto extremo sul do continente. Os outros pontos extremos da América do Sul são: ao norte a Punta Gallinas, na Colômbia, ao leste a Ponta do Seixas, no Brasil, e a oeste a Punta Pariñas, no Peru. Seus limites naturais são: ao norte com o mar do Caribe; a leste, nordeste e sudeste com o oceano Atlântico; e a oeste com o oceano Pacífico.
Originalmente foi povoado por ameríndios e alguns povos de culturas sofisticadas, principalmente os incas. A maior parte da América do Sul foi colonizada pela Espanha e Portugal. A reivindicação espanhola se baseava nas descobertas de Cristóvão Colombo; em sua terceira viagem (1498) ele navegou ao longo da costa venezuelana e aportou em Trinidad. Em 1500, o explorador português Pedro Álvares Cabral desembarcou no atual estado da Bahia e se apossou desse território em nome de Portugal. O Brasil português e o vice-reinado espanhol do Peru constituíam as duas principais jurisdições administrativas da América do Sul nos séculos XVI e XVII. No século XVIII subdividiu o Peru, acrescentando dois vice-reinados, Nova Granada (1717) e Rio da Prata (1776). No século XVII, Inglaterra, França e Holanda também estabeleceram colônias na costa nordeste do continente. O povoamento inicial foi pelo litoral, e até hoje os centros urbanos estão concentrados próximo à costa e não no interior do continente.
Em 1816 e 1825, a maior parte da América do Sul espanhola se tornou independente, sob a liderança de Simón Bolívar e José de San Martín, e conseqüentemente dividiu-se em países: Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Chile, Argentina, Paraguai e Uruguai. O Brasil se tornou independente de Portugal em 1822. A Guiana Inglesa se tornou Guiana independente em 1966, Suriname, colônia holandesa, teve sua independência em 1975, mas a Guiana Francesa ainda continua sob domínio francês. O continente permaneceu politicamente independente na maior parte do século XIX, principalmente graças à doutrina Monroe, que evitou a expansão européia. Ao mesmo tempo, recebeu cerca de 15 imigrantes provenientes da Europa, e sofreu influências culturais e ideológicas tanto dos Estados Unidos quanto da Europa. Investimentos econômicos consideráveis foram feitos, principalmente pelo Reino Unido, na produção primária, como mineração e carne, levando esses mercados à dependência. O continente é predominantemente católico romano; No século XIX e princípio do século XX a Igreja ocupou posição política e social importante e exerceu força conservadora. Recentemente, suas posições foram contestadas por padres do movimento da Teologia da Libertação, que visavam o engajamento político da Igreja em prol dos pobres e destituídos. A rápida urbanização superou a oferta de emprego e moradia. Como esforço para estimular o comércio e produção, formaram-se grupos econômicos como o Mercado Comum Centro-Americano, Associação Latino-Americana para o Livre Comércio (1960), e a Associação para Integração Latino-Americana (1981). Projetos de desenvolvimento superdimensionados e a elevação dos preços do petróleo na década de 1970 sobrecarregaram muitos países sul-americanos com dívidas que suas economias altamente dependentes dos mercados financeiros mundiais não tiveram condições de honrar. Desde 1º de janeiro de 1995 vigora o Mercosul (Mercado Comum do Sul), que pretende extinguir gradativamente a fronteira econômica entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.
A América do Sul possui vastos recursos naturais e graves problemas econômicos e sociais. Nas décadas de 1960 e 1970, a maior parte dos países sul-americanos estava submetida a ditaduras militares, geralmente apoiadas pelos Estados Unidos da América. Turbulências políticas continuam, a despeito da democratização iniciada na década de 1980. Em razão do alto endividamento externo e interno, vários países sul-americanos aplicam as políticas do Fundo Monetário Internacional (FMI), que comprimem as contas públicas mas não eliminam as crises.
Nos últimos anos, essa parte do continente vive uma chamada "onda de esquerda". Em vários países, presidentes considerados de esquerda são eleitos, em contraste com a situação vivida em décadas recentes. Essa onda começou com Hugo Chávez, que ganhou as eleições na Venezuela em 1998. Depois, foi a vez de Luís Inácio Lula da Silva, no Brasil (2002), Néstor Kirchner, na Argentina (2003), Tabaré Vázquez, no Uruguai (2004), Evo Morales, na Bolívia (2005), e Michelle Bachelet, no Chile (2006).
Com 17,8 milhões de quilômetros quadrados, a América do Sul une-se à América do Norte pelo istmo da América Central e separa-se da Antártica pelo estreito de Drake. A porção oeste é ocupada pela cordilheira dos Andes, cujo ponto mais alto é o monte Aconcágua, com 6.960 metros. As planícies centrais abrigam a bacia hidrográfica do Orinoco, a Amazônica e a do Prata. Na região norte, onde o clima é equatorial, encontram-se florestas tropicais úmidas. Os rios que descem a cordilheira dos Andes em direção ao oceano Pacífico são, em geral, curtos, enquanto os que correm em direção ao Atlântico, extensos, como o Amazonas, Tocantins, São Francisco, Paraná e da Prata.
Nas áreas mais secas do centro localiza-se o cerrado. O sul possui faixas áridas, como o deserto do Atacama, e uma zona temperada, ocupada por florestas tropicais e pelos pampas argentinos. De acordo com o World Resources Institute, a América do Sul preserva quase 70% de suas florestas. A maior mata nativa é a da Amazônia, seguida das florestas temperadas do Chile e da Argentina.
A América do Sul tem 380 milhões de habitantes. Vazios demográficos (como as florestas tropicais, o deserto de Atacama e as porções geladas da Patagônia) convivem com regiões de alta densidade populacional, como os centros urbanos de São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Lima e Santiago. A população é formada principalmente por descendentes de europeus (em especial espanhóis e portugueses), africanos e indígenas. Há alta porcentagem de mestiços. As principais línguas são o espanhol e o português.
A indústria está concentrada no beneficiamento de produtos agrícolas e na produção de bens de consumo. No Brasil e na Argentina encontra-se mais diversificada, abrangendo setores como extração e refino de petróleo, siderurgia, metalurgia, química e automobilística, entre outras. O Brasil é responsável por cerca de três quintos da produção industrial sul-americana. A mineração inclui a extração de petróleo (com destaque para a Venezuela), cobre, estanho, manganês, ferro, zinco, chumbo, alumínio, prata e ouro. A agricultura é intensiva nas áreas tropicais, onde há culturas voltadas para a exportação (café, cacau, banana, cana-de-açúcar, algodão e cereais). A pecuária é praticada em larga escala no sul e no centro.














http://pt.wikipedia.org/wiki/Cordilheira_dos_Andes